
24/01/2009
A Importancia da Renovação
Em nossos pais, independente da posição geográfica, da classe social, do regime político vigente, o segundo semestre do nosso Ano Leonístico inicia-se em março. E é um inicio arrastado, uma volta descontraída quase informal. Quando nos apercebemos, já estamos correndo contra o tempo.
O terceiro Comitê Assessor e o terceiro Conselho Distrital estão chegando e, juntos eles, uma grande dor de cabeça: a presidência do Clube pra o próximo ano!
Muitos dirigentes, a partir de dezembro, passam a pensar em seus sucessores. Quem lhes irá suceder? Terão que repetir o ano? Não há candidato? Quem se habilita?
Essas e outras perguntas lhes martelam as cabeças, lhes fazem perder o sono.
A essas indagações podemos responder que, em sua grande maioria, a culpa recai sobre os próprios dirigentes dos clubes que não prepararam seus sucessores. Quem lhes irá sucessores. Pois vejamos: quando um presidente indica sua diretoria, o faz tendo por objetivo principal preencher os cargos a serem enviados a Lions Internacional, deixando em um segundo plano funções importantes e que deveriam ser objeto de criterioso estudo e avaliação. Não lembram, por exemplo, que em seus afastamentos e impedimentos, os titulares deverão ser substituídos por seus suplentes. Esses suplentes é que estariam naturalmente, na linha de sucessão. Entretanto, o Ano Leonístico passa sem que eles possam ser observaedos nas substituições voluntárias ou não, perdendo-se uma grande oportunidade de treiná-los e avaliá-los.
Um Clube organizado, que segue um planejamento, dever ter em mente que um 1º, 2º e 3º Vice-Presidentes são, juntamente como os 2º Secretário e 2º Tesoureiro, os prováveis detentores da titularidade nos anos seguintes. Assim deveria ser feito, mas não o é. Em março/abril a correria e a preocupação pelos novos sucessores está no ar. É um Deus nos acuda quando, na verdade, deveria ser uma transição simples e tranqüila. Em tese, o 1º Vice Presidente, devidamente preparado deveria suceder ao Presidente, sem traumas e sem stress, assim como os segundos titulares.
Há porém, alguns raros clubes em que a quantidade de companheiros habilitados e preparados dispensa esta formula. São aqueles clubes em que há um envolvimento muito grande entre seus comandantes e comandados. Onde os associados estão em permanente sincronia com os dirigentes, participando das atividades voluntariamente, inteirando-se e contribuindo pra a continuidade melhoria e qualificação das atividades do clube.
Felizes são os presidentes desses clubes!
Assim recomendo que cada presidente, no seu clube, faça uma avaliação criteriosa dos associados que estão à sua disposição. Não tenham medo de atribuir cargos e responsabilidades aos companheiros. Eles, em sua grande maioria estão acostumados, em suas áreas de atuação profissional, a orientar, dirigir e comandar empresas, órgãos públicos e indústrias, bem maiores do que um Clube de Lions, e o fazem magnificamente.
Ainda é tempo de corrigir essa situação.
Mãos à obra e muito sucesso!
EGD CL Cláudio Rogério Mendes
DLD-3
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